sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Prá-quedismo!


Conheça um pouco da história do pára-quedismo esportivo que nasceu logo após a segunda guerra mundial, quando militares que utilizavam pára-quedas apenas para o lançamento de tropas e suprimentos, perceberam a possibilidade de fazer saltos por esporte e diversão. Desenvolveu-se então, um sistema de acionamento manual do pára-quedas através de um cabo e, iniciaram-se as primeiras "quedas-livres" com pára-quedas redondos (os mesmos T-10 utilizados para o lançamento de tropas). Esses equipamentos eram pesados e não dispunham de nenhum discurso de dirigibilidade. Uma vez aberto o velame, o pára-quedista pousava onde o vento o levava e, com um impacto relativamente forte contra o solo ou contra obstáculos de toda ordem que se encontrasse em seu caminho. Com razão esta atividade foi logo vista como muito perigosa e assim permanece até hoje para grande maioria dos leigos, que desconhecem totalmente tudo o que foi desenvolvido até os dias de hoje.Posteriormente foi desenvolvido o velame "parte de tecido do pára-quedas" com fendas direcionais traseiras, que possibilitavam a navegação para mais longe ou mais perto, porém dentro do eixo de direção do vento. Foi um grande avanço pois, possibilitava um relativo desvio de obstáculos, contudo não resolvia o problema do impacto de aterragem.A partir dos pára-quedas T-10 e T-U, desenvolveu-se então, os velames hipersustentados, conhecidos por Papillon ( Francês ) e para-commander ( Norte americano), ainda redondos, porém com maior dirigibilidade e menor impacto no pouso. Nota-se que nessa época o nome pára-quedas fazia jus a função do equipamento, pois servia únicamente para frear a queda e transportar o praticante do pára-quedismo em relativa segurança até o solo, mas de forma muito restrita quanto a precisão de chegada ao alvo. Eram comuns os pousos fora da área e/ou obstáculos. Esses equipamentos também dispunham de um pára-quedas reserva com acionamento manual, instalado na frente da barriga (chamado reserva ventral) e, diga-se de passagem, muito desconfortável quanto ao peso e volume.Atualmente, o nome pára-quedas permanece apenas por tradição e pelo fato de frear a queda livre, entretanto, uma vez inflado, deixa de ser um simples meio de transporte "vertical" para ser uma asa, de formato retangular, totalmente dirigível, que permite pousar com segurança em alvo previsto e sem impacto, pois dispões de freio "aerodinâmico".Ambos os velames, principal e reserva, ficam alojados em uma única "mochila", muito mais leve e confortável, que é instalada ns costas do pára-quedista. As modalidades principais de pára-quedismo são: Free Fly, Sky Surf, TR4 e TR8. No Free Fly, executa-se uma coreografia no ar, sendo possível praticá-lo sozinho ou em companhia de outro pára-quedista. O Sky Surf é uma modalidade onde é utilizada uma prancha parecida com um skate presa aos pés, sendo possível realizar manobras de todos os tipos durante a queda livre. Na TR4, quatro pára-quedistas saltam do avião e realizam o maior número possível de pontos (formação de figuras no ar). E a TR8 é parecida com a TR4, mas com a participação de oito pára-quedistas.

O poder do beijo!!!


Todos nós sabemos o quanto beijar na boca é bom e os seus inevitáveis efeitos, mas você sabe por que este inocente gesto desperta tanto prazer em nós?Um estudo analisou várias reações químicas no momento do beijo e chegou a algumas conclusões muito interessantes. Eles descobriram, por exemplo, que as mulheres precisam de mais estímulos, além de um simples beijo para despertar tais reações. Fatores adicionais como uma atmosfera romântica e músicas são muito importantes.Wendy Hill, professora de psicologia do Lafayette College, da Pensilvânia, descobriu por que o atrito dos lábios traz respostas emocionalmente gratificantes. Sua equipe testou os níveis de dois hormônios: o cortisol e oxitocina, em 15 jovens, antes e depois do beijo.Eles descobriram que o beijo reduz os níveis de cortisol (hormônio do estresse), em ambos os sexos e aumenta os níveis de oxitocina, hormônio ligado ao vínculo social, que motiva o beijo e o abraço. Os resultados finais serão apresentados na conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, em Chicago.Curiosamente essa descoberta reafirmou as conclusões sobre o estudo da oxitocina. Para você ter uma ideia, um estudo realizado na Universidade de Zurique descobriu que basta pingar oxitocina no nariz de pessoas prestes a iniciar uma discussão, isto diminui o estresse e acalma a confusão.

Aprenda a reconhecer os sinais da paixão!!!


Fique atenta, pois eles estão por toda parte!Já aconteceu de você estar gostando de um garoto e não ter coragem de se declarar? Com ele, é a mesma coisa. Muitas vezes, o gatinho está super a fim, mas evita ao máximo demonstrar. Até porque ele pode pensar que você não tem interesse nele. Mas, mesmo que ele não diga nada, sem querer, acaba emitindo sinais de que está apaixonado, já que o corpo e a atitude não conseguem esconder os desejos do coração.Outras vezes, ainda, apesar de rolar uma forte química entre vocês, os indícios apontam turbulências à vista. De qualquer forma, vale a pena ficar atenta aos sinais, assim você saberá melhor como agir.Siga em frenteSe o gatinho é supergentil com você, mas, toda vez que se aproxima, ele abaixa a cabeça e fala de alguma coisa que não tem nada a ver com sentimentos, é sinal de que ele pode estar gostando muito de você e só não se declara por timidez. Nesse caso, vale a pena demonstrar a ele que a paixão é correspondida, pois tudo indica cheiro de romance no ar. Então, se você estiver interessada, tome a iniciativa, sutilmente. Que tal elogiar uma qualidade do gatinho? Você pode falar, por exemplo, sobre o jeitinho meigo dele.Mau tempoSe o garoto está sempre com carinha de tristeza e todos andam perguntando o que ele tem, é indício de que ele pode estar sofrendo por amor. Provavelmente, ele está gostando de alguém e acha que não tem a mínima chance com essa pessoa. Reflita: há motivos para ele pensar que você o esnoba?Proibido estacionarSe ele vive dizendo a você e, ao mesmo tempo, a suas amigas que são lindas, meio em tom de brincadeira, é sinal de que pode estar querendo ficar com todas. É bem provável que este seja o gatinho do tipo “proibido estacionar”, ou seja, fica com uma, mas não sossega sem antes ficar com outra.Dê a preferênciaO gatinho não diz diretamente que está na sua, mas é amigo para todas as horas e está sempre disposto a ajudá-la. É capaz de desviar totalmente o caminho só para passar na sua casa para irem juntos ao colégio.Parada obrigatóriaTímido como grande parte dos garotos, ele evita ao máximo falar de seus sentimentos. E para disfarçar, sempre que está com você, ele fala sem parar, sobre uma infinidade de assuntos, menos amor. Tanta tagarelice é só uma máscara para você não descobrir que ele está interessado em você.Proibido o uso de Sinais SonorosTodas as vezes que se vêem, é briga na certa. Um quer ter sempre mais razão do que o outro e ambos têm opiniões radicais em tudo. Tanta guerra é sinal de paixão à vista. O que acontece é que nenhum dos dois quer dar o braço a torcer.Lombada no caminhoQuando se aproxima de você, o coração do gatinho acelera (dá até para ouvir as batidas). Os olhos dele piscam mais do que o comum. Está na cara que ele está ligadão em você. No entanto, ele já ficou com sua melhor amiga e, por causa desse obstáculo no caminho, não tem coragem de se declarar.

Para fugir um pouco da monotonia das academias e de ambientes fechados, os esportes radicais estão com tudo, principalmente entre a galera jovem que esta sempre em busca de novidades. Um desses esportes é o Rapel, expressão de origem francesa que significa trazer, recuperar e voltar, geralmente quem pratica o rapel busca além de muita aventura, adrenalina, liberdade e um contato maior com a natureza.Em Campina Grande, um grupo está praticando rapel e os encontros já acontecem com freqüência há mais de um ano. O grupo é composto por uma média de 50 pessoas, que se dividem para conhecer e descer nos mais diversos picos na Paraíba. Entre os praticantes há um estilo próprio de falar, que só quem está dentro conhece, é como conta Eliane: “ Certa vez teve uma descida na chaminé do Rio do Peixe, eu subi tranquilamente e quando cheguei lá em cima “colei as placas” ( ou seja...amarelou!!) porque tinha umas grades, e não tive confiança para descer, mas depois quando vi o pessoal descendo criei coragem e fiz duas descidas.”Quem comanda a turma radical são alguns profissionais militares que já possuem experiência com o esporte, três amigos se juntaram para fazer o esporte e com a grande procura foram formando grupos e hoje ministram cursos para os interessados, que não são poucos.As mulheres estão com tudo na equipe, elas surpreendem pela coragem e disposição, superando o medo e se destacando, é uma equipe bastante mista e segundo Eliane Rocha da Silva: “já pratico rapel há um ano, um mês e 17 dias (risos), e acho que aqui as mulheres são muito corajosas, superamos preconceitos e provamos que somos capazes, como qualquer homem, não precisamos de força e sim de técnica.”As primeiras descidas na cidade foram feitas no ginásio O Meninão, com um tempo partiram para o centro da cidade em um rapel mais urbano nos prédios comerciais Rique e Paloma, mas o grupo gosta mesmo é de estar sempre em contato com a natureza, praticando saúde e mantendo o equilíbrio. Um dos locais preferidos é a Pedra do Marinho localizada em Massaranduba/PB.